NP064 NA PORRADA OS GLADIADORES ROMANOS Np Cast FAMILIA NP

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Salve Gladiadores Mercanários e Intergalaticos! No episódio de hoje Trabuco e Eldake fazem uma viagem atras de tempos remotos, onde o grande império romano controlava o mundo, e uma de suas principais atrações era o sang...
Salve Gladiadores Mercanários e Intergalaticos!
No episódio de hoje Trabuco e Eldake fazem uma viagem atras de tempos remotos, onde o grande império romano controlava o mundo, e uma de suas principais atrações era o sangue dos gladiadores derramados na areia de coliseu!
Conheçam os tipos de gladiadores e as suas origens e quem foram os principais neste podcasts maravilhoso!
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GLADIADORES ROMANOS A HISTÓRIA E OS 10 MAIS FAMOSOS
Origem do termo:
O termo utilizado para definir os escravos que eram forçados a lutar por suas vidas no antigo Império Romano é proveniente de uma espada que utilizavam em combate, o gládio.
O gládio (em latim: gladius) era a espada utilizada pelas legiões romanas. Era uma espada curta, de dois gumes, de mais ou menos 60 cm, mais larga na extremidade. Era muito mais uma arma de perfuração do que de corte, ou seja, devia ser utilizada como um punhal, ou uma adaga, no combate corpo-a-corpo. Diz-se que era capaz de perfurar a maior parte das armaduras.
A Gladius romana era baseada na Gladius Hespanhola, e toda a família gladio, vamos chamar assim, é conhecida como a arma que dominou o mundo, pelo seu longo período de uso e suas poucas variações, a que os gladiadores usavam é conhecida como Gladio Pompéia por ter sido encontrada arqueologicamente, próximo a região vulcânica, a estimativa é que no geral essas espadas pesavam, cerca de 1kg, o que é muito pouco para uma espada de combate;
Gladio Romano
Mais informações sobre a Gladio: http://darozhistoriamilitar.blogspot.com/2011/10/armas-gladio.html
Mantra dos Gladiadores:
Pela glória e pela liberdade:
Escolhidos entre criminosos, escravos, desertores e homens arruinados, os gladiadores podiam tornar-se ídolos de massas.
Alguns chegavam, inclusivamente, a conquistar a liberdade.
Os futuros gladiadores alojavam-se em escolas (LUDUS) onde eram treinados e bem alimentados, até chegar à sua vez de lutar na arena.
Tour realizado por um turista no principal ludus italiano da região de Pompéia.
Ainda sobre as origens dos gladiadores:
Alguns historiadores remontam a sua origem ao antigo costume romano de celebrar sacrifícios humanos sobre as sepulturas de personagens importantes, para aplacar a sede de sangue dos defuntos, o qual, com o tempo, teria sido substituído pelos combates de gladiadores como forma de homenagem. Outros falam da tradição etrusca (povoado ao norte do centro da Itália) de celebrar duelos rituais nos funerais de homens ilustres.
O Fórum Boário (um dos muitos fóruns romanos, este especializado em comercio de gado bovino), foi o local da primeira disputa gladiatória de Roma, realizada em 264 a.C. como parte dos rituais funerários de um aristocrata romano — um munus (“oferta funerária”) aos mortos.
Décimo Júnio Bruto Esceva e seu irmão Marco organizaram uma disputa em homenagem ao seu falecido pai com três pares de gladiadores. Tal evento, atravessou séculos de glória e só terminaria em 404 d.C., altura em que foi proibido pelo imperador Honório (384–423).
Fórum Boário Imagem Atual
Fórum Boário Mapa Antigo
Gladiador:
Em Roma, a luta dos gladiadores fez muito sucesso, era atividade muito atrativa para o grande público.
Combatentes se enfrentavam na arena e a luta só terminava quando um deles morria, ficava desarmado ou sem poder combater. Havia um responsável por presidir a luta que determinava se o derrotado deveria morrer ou não, e o povo influenciava muito nessa decisão. Normalmente a manifestação popular era expressa apontando a mão fechada com o polegar para baixo, o que significava que o povo desejava a morte do derrotado. Entretanto nem sempre a morte era desejada e a posição oposta do indicador ou a mão fechada levantada do ar indicava que o derrotado poderia ficar vivo.
Por muitos séculos, os Gladiadores lutaram entre si ou contra animais ferozes para entreter os romanos. Foi construída uma arena especial para esse tipo de espetáculo, o Coliseu, que tem em suas ruínas, hoje, um dos principais pontos turísticos da Itália.
Os lutadores eram prisioneiros de guerra, escravos e autores de crimes graves. E, para satisfazer o fetiche de alguns imperadores, mulheres e anões também lutavam. Eles tinham treinamento em escolas especializadas para combater na arena, recebiam tratamento especial no intervalo das lutas e não lutavam mais que três vezes ao ano. Ou seja, ser um Gladiador era melhor do que ser um escravo comum e ainda abria a oportunidade ao reconhecimento do público. Quando viajavam para lutar em outras cidades, deslocavam-se em grupos conhecidos como famílias e eram acompanhados pelo treinador. Geralmente, eram vegetarianos.
Estudos feitos em esqueletos desses combatentes mostraram que os derrotados que eram julgados pela plateia costumavam ser mortos por um golpe na jugular. Quando o lutador estava muito debilitado, ficavam de quatro e recebiam um golpe nas costas que chegava diretamente ao coração.
A luta de gladiadores representava muito no Império Romano, era a grande atração para o povo. Por esse motivo os imperadores investiam tanto nesses espetáculos, já que assim conseguiam conquistar a amizade do povo. Essa era uma política chamada de “Pão e Circo”, os governantes distribuíam pão durante as lutas e assim conseguiam manipular as massas, oferecendo o que mais lhes interessava. Dois imperadores, inclusive, entraram na arena para lutar, caso de Calígula e Cómodo.
 
Naturalmente, as lutas foram preparadas e eles venceram.
Um Gladiador é muito conhecido por ser representado no cinema e em seriados, Espártaco. Este iniciou, em 73 a.C., a terceira guerra contra os escravos. Foi responsável por liderar gladiadores e escravos rebeldes, assuntando a República Romana.
A revolta terminou como assassinato de Espártaco. Após muitos séculos de lutas de gladiadores, o cristianismo baniu esses combates com a proibição oficial do imperador Constantino I, em 325. As lutas, contudo, continuaram por mais um século na irregularidade. Somente o papa Inocêncio I e o imperador Honório que conseguiram decretar o fim definitivo da luta de gladiadores.
O Gladiadores Romanos:
Apesar de trágico, era esperado pela sociedade que o gladiador, mesmo diante da morte, não apresentasse desespero ou sinais de tristeza. Quando o golpe fatal era dado, um auxiliar caracterizado como Caronte (barqueiro mitológico responsável por carregar as almas para o inferno) entrava para pegar o corpo e a saída acontecia pela Porta Libitinensis, em homenagem a Libitina, deusa romana da morte.
Quando o adversário não era humano:
Havia também outra modalidade que não envolvia um homem como adversário, mas sim, um adversário animal. Este segmento costumava ser nomeado de Bestiarii, uma espécie de segunda divisão da batalha, que envolviam leões, onças ou demais animais selvagens de grande porte em geral. O público era mais atraído ainda por esse tipo de luta quando os animais em questões eram do tipo exótico (rinocerontes ou tigres, por exemplo).
As categorias da batalha:
Para que não houvessem injustiças ou desvantagens, os gladiadores eram divididos por categorias definidas em:
Trácio:
Os trácios lutavam com espadas chamadas de siscas, caracterizadas por serem pequenas e curvas. Além disso, eles lutavam com um escudo pequeno, tinham chapas de metal para proteger as pernas e elmos emplumados.
Título: Estatueta em terracota de 2 gladiadores
Dados de criação: 1/199
Dimensões físicas: Altura: 13,50cm
Link externo: Coleção British Museum online
Assunto: combate de gladiadores
Número de registo: 1907,0518,4
Local de produção: Made in Smyrna. Feito em Myrina
Período / cultura: romana; Helenístico
Material: terracota
Direitos de autor: Foto: © Trustees do Museu Britânico
Aquisição: adquirida da W Caudery & Co
Secutor:
Os secutores eram guerreiros de peso, com elmos que cobriam todo o rosto, exceto pelos olhos e grandes escudos que protegiam todo o corpo. Utilizavam armas e eram treinados especificamente para combater os gladiadores retiários.
Kleuske – Museo Nazionale, Departamento epigráfico, Termas de Diocleziano, Obra do próprio Roma
Retiário:
Esses eram os gladiadores mais velozes, já que quase não utilizavam proteção corporal (nem escudos e nem elmos). Por outro lado, eram os guerreiros mais ágeis, capazes de desferir ataques rápidos com suas adagas, tridentes e redes que usavam para prender os adversários.
Relevo mostrando um combate entre um secutor e um reciário
Hoplomaco:
Esses gladiadores contavam com longas lanças, já que eram inspirados nos guerreiros das falanges gregas. Eles contavam com ótimas proteções para o corpo, assim como os secutores, porém possuíam somente um pequeno escudo circular.
Fragmento de cerâmica no qual um hoplômaco luta contra um trácio (Museu Britânico).
Murmillo:
Os murmillos foram apelidados de homens-peixe devido ao formato de seus elmos que sempre traziam desenhos de peixes na lateral. O armamento e as proteções eram parecidos com as dos secutores, apesar de algumas diferenças no escudo. Os confrontos entre trácios, murmillos e retiários eram considerados os clássicos nas arenas e muito disputados.
Reconstituição de um mirmilão.
Dimacário:
Não existem muitas informações sobre esse tipo de guerreiro ou quais eram suas habilidades principais, com exceção do fato de sabermos que eles usavam duas espadas simultaneamente.
Reconstituição de um Dimacário
Andabata:
Os andabatas eram gladiadores de um nível hierárquico menor e, por isso, lutavam totalmente vendados e às cegas, com o elmo tampado. Por isso, sempre eram muito bem protegidos por armaduras, apesar de não carregarem escudos, e frequentemente se enfrentavam montados em cavalos.
Gladiadores Vendados, Andabata de Meyers Lexikon, 1895
Equites:
Os equites eram andabatas superiores, digamos assim, pois não lutavam com o elmo vendado, carregavam escudos e podiam usar diferentes tipos de armas. Sempre montados em cavalos, normalmente atuavam grupos, como se fossem cavalarias que guerreavam nas arenas.
Ornamento de uma rédea com a inscrição PLINIO PRAEFECTO, encontrado na base legionária de Castra Vetera (Xanten, Alemanha), que pode ter pertencido a Plínio, o Velho (23-79) quando ele era um prefeito da ala (praefectus alae), o comandante de um regimento da cavalaria, na Germania Inferior (52-54). Plínio era um cavaleiro romano hereditário. Museu Britânico, Londres
Bestiário:
Os bestiários eram gladiadores de nível menor e lutavam somente com lanças para atacar e se defender. Todos os seus oponentes consistiam em animais, como leões, tigres e outros felinos.
Mosaico de um bestiário, preservado no Museu Arqueológico de Sousse , Tunísia
Os 10 gladiadores mais famosos da Antiga Roma:
Na Antiga Roma, os gladiadores eram os equivalentes dos nossos lutadores de MMA. Suas batalhas na arena atraíam milhares de fãs, incluindo os homens mais importantes do dia. Tradicionalmente adquiridos como escravos, os gladiadores de sucesso arrebatavam milhares de simpatizantes, gostavam de presentes caros, e podiam até mesmo ganhar a liberdade, caso tivessem conquistado o número de vitórias suficientes. A seguir estão descritos dez gladiadores que experimentaram toda a glória e fama, tanto dentro como fora da arena, na Roma Antiga.
Anfiteatro Flaviano, Coliseu
Tetraites:
Tetraites foi originalmente descoberto por meio de pichações encontradas em Pompéia, em 1817, que ilustravam sua corajosa vitória sobre Prudes. Lutando no estilo mirmilão, ele usava uma espada curta, um grande escudo retangular, um capacete, protetores de braço e caneleiras. A extensão da fama de Tetraites só foi totalmente compreendida no final do século XX, quando foram encontradas cerâmicas em lugares tão distantes como a França e a Inglaterra, com ilustrações das vitórias do gladiador.
O Mosaico do Gladiador na Galleria Borghese.
Priscus e Verus:
Não se sabe muito sobre esses dois rivais, apesar de sua luta final ser bem documentada. A batalha entre Prisco e Verus no primeiro século d.C. foi o primeiro combate de gladiadores no famoso Anfiteatro Flaviano, o Coliseu de Roma. Depois de uma vigorosa batalha que se arrastou por horas, os dois gladiadores se renderam um ao outro, ao mesmo tempo, baixando suas espadas em respeito mútuo. A multidão, extasiada pela luta, gritou em aprovação, e o Imperador Tito premiou a ambos com as rudis, uma pequena espada de madeira dada aos gladiadores no momento de sua aposentadoria. Priscus e Verus deixaram a arena como homens livres.
Estatua de Priscus e Verus
Spiculus:
Spiculus, outro gladiador famoso do primeiro século d.C., teve uma especial relação de proximidade com o (supostamente) maligno imperador Nero. Após inúmeras vitórias de Spiculus, Nero concedeu-lhe palácios, escravos e riquezas além da imaginação. Quando Nero foi deposto em 68 d.C., ele pediu a seus assessores para encontrar Spiculus, porque desejava morrer nas mãos do famoso gladiador. Mas Spiculus não pôde ser encontrado, então, Nero foi forçado a tirar sua própria vida.
Gladiators after the fight, José Moreno Carbonero (1882)
Marcus Attilius:
Apesar de ser um cidadão romano de nascimento, Attilius escolheu entrar na escola de gladiadores em uma tentativa de liquidar as pesadas dívidas contraídas durante a sua vida. Na primeira batalha ele derrotou Hilarus, um gladiador pertencente a Nero, que havia vencido treze vezes seguidas. Em outro combate, Attilius passou a derrotar Raecius Felix, que ganhara doze batalhas seguidas. Os feitos de Attilius foram narrados em mosaicos e pichações descobertas em 2007.
Os parentes de Marco Atílio Régulo tentam impedi-lo de voltar para Cartago, onde será executado. 1832. Por Michel Ghislain Stapleaux.
Carpophorus:
Enquanto os outros gladiadores nesta lista são conhecidos por seus combates corpo-a-corpo contra outros seres humanos, Carpophorus era um famoso bestiari. Esses gladiadores lutavam exclusivamente contra animais selvagens, e, sendo assim, tinham carreiras muito curtas. Lutando no início do Anfiteatro Flaviano, Carpophorus ficou famoso por derrotar um urso, um leão, e um leopardo na mesma batalha. Em outro combate naquele dia, ele matou um rinoceronte com uma lança. No total, diz-se que ele matou vinte animais selvagens em um único dia, levando os fãs e os companheiros de profissão a comparar Carpophorus com o mitológico Hércules.
Carpophorus, Arte romana.
Crixus:
Crixus, um gladiador gaulês, era o braço direito do número um desta lista. Ele teve um sucesso notável na arena, mas se ressentia profundamente de seu Lanista – o líder da escola de gladiadores e seu “dono”. Então, depois de fugir para a liberdade, ele lutou em uma rebelião de escravos, ajudando a derrotar alguns exércitos enviados pelo senado romano com relativa facilidade.
Depois de uma discussão com o líder da rebelião, no entanto, Crixus e seus homens se separaram do grupo principal e se dirigiram para o sul da Itália. Essa manobra desviou a atenção das forças militares inimigas do grupo principal, dando-lhes um tempo precioso para escapar. Infelizmente, as legiões romanas alcançaram Crixus antes que ele pudesse se vingar das pessoas que o haviam oprimido por tanto tempo.
Spartacus’ death Por Hermann Vogel
Flamma:
Flamma, um escravo sírio, morreu com a idade de trinta anos, depois de ter lutado trinta e quatro vezes e ter ganho vinte e um desses combates. Nove batalhas terminaram empatadas, sendo ele derrotado apenas quatro vezes. O mais admirável é que Flamma foi premiado com a rudis quatro vezes. Quando a rudis era dada a um gladiador, ele era libertado de seus grilhões, podendo viver normalmente entre os cidadãos romanos. Mas Flamma recusou a liberdade, optando por continuar a lutar na arena.
Pollice Verso, Pintura de 1872 feita por Jean-Léon Gérôme
Commodus:
Notoriamente interpretado por Joaquin Phoenix no filme Gladiador, Commodus foi um imperador apaixonado pelos combates na arena. Um egocêntrico narcisista, Commodus via-se como o maior e mais importante homem do mundo. Ele acreditava ser Hércules, indo tão longe nessa crença a ponto de vestir uma pele de leopardo como a usada pelo famoso herói mitológico. Mas na arena, Commodus geralmente lutava contra gladiadores que estavam armados com espadas de madeira, e abatia animais selvagens que estavam presos ou feridos.
Como você pode imaginar, a maioria dos romanos não apoiavam Commodus. Suas falsas proezas na arena eram vistas como desrespeitosas, e suas vitórias previsíveis eram tidas como espetáculos enfadonhos. Em alguns casos, ele capturava cidadãos romanos com deficiências físicas e os matava na arena. Como prova de seu narcisismo, Commodus cobrava um milhão de sestércios para cada apresentação, embora ele nunca tenha sido exatamente “convidado” a se apresentar na arena. Commodus foi assassinado no ano 192, e acredita-se que suas ações como um “gladiador” encorajaram o seu círculo íntimo a realizar o assassinato.
Busto de Commodus como Hércules, vestindo pele de leão, o porrete e as maçãs douradas das Hespérides. Parte de um grupo estatuário representando a apoteose de Commodus. Arte romana.
Spartacus:
De longe o mais famoso gladiador da história, Spartacus era um soldado trácio que tinha sido capturado e vendido como escravo. Lentulus Batiatus, de Cápua, deve ter reconhecido seu potencial, porque ele comprou Spartacus com a intenção de transformá-lo em um gladiador. Mas a independência feroz de um guerreiro não é facilmente domada: em 73 a.C, Spartacus convenceu setenta de seus companheiros gladiadores, entre eles Crixus, a rebelarem-se contra seu senhor. Na revolta, Batiatus foi assassinado e os gladiadores fugiram para as costas do vizinho Monte Vesúvio. Enquanto em trânsito, o grupo ia reunindo homens livres e também muitos outros escravos, tornando-se assim, um grande e poderoso exército.
Os gladiadores passaram o inverno de 72 a.C a treinar os escravos recém-libertados, em preparação para o que hoje é conhecido como a Terceira Guerra Servil, com suas fileiras chegando a abrigar até 70 mil pessoas. Legiões inteiras foram enviadas para matar Spartacus, mas foram facilmente derrotadas pelo espírito de luta e experiência dos gladiadores. Em 71 a.C, Marco Licínio Crasso juntou 50.000 soldados romanos bem treinados para perseguir e derrotar Spartacus. Crasso encurralou Spartacus no sul da Itália, derrotando suas forças, e matando o ex-escravo (o corpo de Spartacus, contudo, nunca foi encontrado). Seis mil de seus seguidores foram capturados e crucificados ao longo da Via Ápia, a estrada de Cápua a Roma.
Escultara em Marmore de Spartacus, Feita por Denis Foyatier (1830), Exposta no Museu Louvre